
Poetas e arquitetos, o q dizer?
Um querendo fazer mais um verso
Outro abrir mais uma janela
Um querendo fazer muros de concreto, outros sonhos de primavera
Um trancando homens em suas casas, outros libertando as mentes de seus aquários intelectuais
um sempre vendo nas dificuldades da vida amar mas e mas
um querendo proteger o corpo, outro libertar a alma
um sebe a essência outros abrir e fechar as portas
um deixa uma brecha para o pensar, outro tampa a mesma brecha por questões de pedra, areia pá
Em massas de concreto força um pilar outros com versos movem o mar
Como apenas trovadores e poetisa ouvem e falam o que vem do coração, enquanto outro ouvem ordem
E a voz da ambição
Um destrói sua prima obra, outro nela se espelha pra melhorar
Ambos ao apagar do papel sua planta, seu sonhos seu poetizar, deixa no mundo um grande vazio, a ausência do q nunca tive, a construção do q um dia irei sonhar
Outros com suas vigas e vergalhões com o tempo a se esvair, outros seus sentimentos mesmo com o amarelar na folha no tempo já mas se esquecera
Ai daquele q ao tijolo na construção por dos versos do poeta não se lembrar
Serei eu, será você? Arquiteto da palavra que o poeta irá declamar?
Ambos têm um mesmo inicio no papel, e um sonho a realizar mesmo diferentes traços um poeta em cada um há nos fazemos versos que aquece cada coração o outro faz a casa q alimenta a nossa visão
Eles sabem q virá, algo tão belo quanto flor um sorriso lido q você os deixou
O arquiteto e o poeta já não mais podem separar até mesmo esses versos um sem o outro sentido algum darão...
Esse texto foi feito em parceiria com um amigo a quem agradeço pela sintonia que as palavras se encaixaram...
Pryncesa Anjo
e em parceiria
Rodrigo Ferreira Angel
Andar de lá pra cá
De cá pra lá
Parar
Um livro na estante
Pegou, abriu, folheou e o olhar parou no tempo
O pensamento flutuou com o vento
Que entrou pela janela esquecida aberta
Um estalo na mente
Fechou o livro e o guardou
O telefone mudo
Ninguém ligou
Ninguém liga,
O telefone mudo ficou
Quem sabe um filme
Mas nada na TV prendeu a atenção
Ligou o rádio, escolheu uma música
a música acabou e ele não ouviu sequer um refrão
Nem se quer lembra a melodia
O relógio com seu tique-taque rompeu o silêncio
Invadiu a noite
Anunciou o dia
Trouxe quem seus pensamentos vagaram pela madrugada
Seu coração aquietou-se ao ouvir uma voz familiar entrando pela porta da sala
Não fui embora
Não o abandonei
Só estive fora
Por pouco tempo
Mas que pra ti foram muitos eu sei
Não esqueci nossos momentos
Minhas palavras nas suas não as apaguei
As horas de lágrimas os minutos de sorrisos
Não os enterrei
Estão todos comigo
Trago os agora
Na tua alma os entrego
Sem pressa, com calma
Sem medo da cobrança dos outros
Só deixando na tua graça minha marca
Desculpe minha ausência
Perdoe o tempo que o fiz esperar
Fiquei longe o suficiente
Dos meus olhos não o deixei escapar
Vi seu sorriso, sua lágrima
De onde estive me alegrei e entristeci
Apeguei-me muito mais ao seu “ser assim”
Por mim fico pra sempre,
E faço de você, com você meu pensamento
Os poucos que te lêem, lêem também a mim
Pois eu sou você, somo apenas um
Então agora voltei... voltei pra você, voltei pra mim
Convido a quem nos acompanha a continuar o nosso “ser assim”
A viver um piscar dos meus olhos
A ouvir a nossa história adormecer no nosso “ser assim”
Complete... Termine... Continue... É a vida...
Há momentos que uma grande parede ergue-se
Bem a sua frente... Então é isso... Acabou... É negado a você o caminho...
Pois é... E agora? Ficara você lamentando... Ficará parado? Voltara ao ponto de partida?
Os sábios aconselham... Faça do seu brusco impedimento de prosseguir um novo ponto de partida... Porque se até agora caminhou... Terá que aprender a escalar esse muro que foi erguido a sua frente...
Sim é verdade... Terá mais a seu favor do que imagina... Pois saberá agora caminhar lado a lado com seu próximo e escalar os muros da vida erguendo também os que te acompanham... Mas veja... Você conseguiu... Então siga...
Mas veja... O chão está se abrindo!!!
O que está acontecendo? Terremoto talvez?!
E ai? O que vai fazer? Ficara você lamentando... Ficará parado? Voltara ao ponto de partida?
Os sábios aconselham... Se equilibre... Aprenda a pisar onde o chão é firme... olhe um momento para trás, já caminhou, escalou e há muitos que te acompanha... Seja então o guia... faça pegadas pelo caminho
É você conseguiu... O terremoto parou
Mas não tenho boas noticias... O céu como diz os antigos... Despencou...
Os rios transbordaram...
O que vai fazer? Vai se deixar levar pelas águas? Entregar-se-á tão facilmente?
Olhe lá trás... Caminhou, escalou se equilibrou...
E veja aquela arvore... Parece-me forte e segura... Tem raízes profundas...
O que fará?
Vá... Nade até lá... Pois é você conseguiu... Mas há algo ainda a fazer
Seus braços que abraçam vão pescar, quem ainda no rio a correnteza quer levar... Segure firme, os que te acompanham e os traga para a segurança da arvore...
Pois é... A vida não lhe prometeu facilidades... Mas nunca lhe negará condições de superação... É você quem chegará ao topo... É você que chegará ao porto seguro... Com seus próprios esforços... Ajudando e sendo ajudado...
E nunca esqueça...
Há sonhos impossíveis e possíveis...
É sua obrigação fazer os sonhos possíveis acontecerem...
É presente de Deus fazer você viver os sonhos que pra você são impossíveis...
Diga... Assim...
Em meias palavras... Em códigos
Monossílabos quaisquer...
Por onde andam seus pensamentos?
Para qual canto da vida te leva o vento?
Diga o que é teu silêncio...
É medo, tristeza, alegria, amor?
São erros de um passado que caminha no presente,
Querendo o condenar seu futuro?
É fácil dizer para esquecê-los
Mas sabendo-se que é difícil,
enterre os em lugar qualquer
Em sua lápide esteja escrito...
“aqui jaz o que não mais voltarei a fazer”
Você pode escolher ser feliz agora
Ou chorar por mais um dia
Amanhã voltarei a dizer:
Diga...
Por que tantas lagrimas em sua vida?
Um dia, quem sabe amanhã
Você divida seu choro
Sua dor...
Quem sabe você permita que um amigo o ajude a caminhar
Numa estrada mais feliz
Quem sabe?
Até lá... Até esse dia
Continuarei a dizer
Diga..Queria você aqui... No silêncio da noite
No barulho do dia...
Queria você aqui olhando o nada... pensando em tudo...
Queria você... cantarolando nossa música...
Queria você aqui... paciente a me ouvir falar pelos cotovelos
Mas você sempre diz: cotovelos não possuem bocas...
então cale meus lábios com seus beijos...
Me deixe sem palavras...
Queria e quero você aqui...
Sim a luz da lua tocou meu corpo
Elevou minha atenção para o céu
Deixou as estrelas me hipnotizarem
Parada, calada,
Mas com o ser inquieto na imensidão azul do céu
O mundo girava, corria, gritava a minha volta
Uma brisa tomou força fez-se vento
Brincou com meus cabelos
Dançou com meu vestido
Fez meu corpo um arrepio
Foi se embora bem mais que de repente
Deixou a saudade do seu som no ar
Meu silêncio, minha calma
Hipnotizada fiquei com a luz a me banhar com seus raios de luz
E assim sem perceber
Mãos firmes fizeram se donos em minha cintura
Afastaram meus cabelos
E lábios quentes beijaram-me a nuca
E com o som de três badaladas, acordei
A lua e estrelas não mais me hipnotizavam
Achei-me em seus braços
Com olhos fixos nos seus
E percebi
Que você e a lua tinham um pacto
De juntos me hipnotizar
Aquietei meu ser
Senti seus lábios nos meus
Enquanto a lua nos olhava
Bom dia...
Hoje completo 23 primaveras...
Agradeço a Deus por isso...
Como o dia apenas está no início, vou ficando por aqui... as novidades, particulas, poemas e pensamentos... posto ao anoitecer, quando o clarão da lua tocar meu corpo, e me fazer flutuar no olhar de alguém....
Tenha um perfeito dia
Pryncesa Anjo
Mais um dia
Mais uma semana
Outras horas
Mais minutos
Mas, nunca os mesmo que já vivi
Cada dia acordo diferente
Mil motivos de mulher
Ontem morena hoje ruiva
Agora meiga logo mais sedutora
Reclamo direitos
Agradeço com meu sorriso
Meu falar, firme, direto, no que quero
Faz meu querer acontecer
Cada dia é diferente.
Em um papel de face tão pura
Escreveu
A dor intensa que um dia viveu
As palavras vieram aos lábios
Tão secas... tão duras
Tão cheias de um imenso vazio
Os olhos procuravam qualquer motivo
Uma cor mais suave
Um brilho palpável
Um grito
Mas nada encontrou
Então silenciou
Parou a escrita
Como se ela atrapalhasse os pensamentos
Nada ouviu
Nada rompeu o frio
Um perfume suave invadiu o ambiente
Foi sua anfitriã, mas ele se foi de repente
Um sabor diferente envolveu seus lábios
Perturbou-lhe a mente
E quando leu em livros poemas tão belos
Entristeceu-se
Sem nem mesmo o conhecerem
Falavam de ti
Do amor que nunca viveu
Sinto seu olhar...
Em cada movimento meu...
Segue-me a cada passo,
a cada momento...
Seu olhar me toca
Como se nunca antes houvesse me visto
Seu olhar busca,
Procura meus segredos...
Sem pressa, sem medo...
Um dia os revelarei
E seu olhar entende
A resposta do meu...
Que convida para um sorriso...
Chego em casa....
Vou ao quarto, olhos o presente mais uma vez...
Escrevo o cartão...
Vou pro banho... Demoro... Demoro... Demoro...
Me arrumo como um ritual... Peça por peça... Detalhe por detalhe...
A campainha toca, mas é só a vizinha...
Que guardou uma encomenda que o carteiro deixou
Ligo o som... Deixo uma musica tocar...
Deito no sofá
e adormeço com a música e a meia luz da sala...
Desperto nos braços dele me levando para meu quarto
Protesto e ganho... Fui mais convincente...
Me põe de volta sentada no sofá
Sorri e me pede desculpas pelo atraso...
“Que horas chegou?” pergunto... “Há vinte minutos” responde
“Fiquei te observando a dormi”... E Sorri...
Dou-lhe o presente...
Tímido me olha... Talvez Pensasse que esqueci...
Beija minhas mãos me abraça... “Eu te amo” me diz
Respondo “Eu sei que sim”
Mas já é Hora de dizer boa noite...
“Até semana que vem meu querido”
Pronunciar essa frase desperta do sono a saudade
Mas tenho que deixá-lo ir
Já é tarde... Melhor ir dormi
Amanhã é mais outro dia
A noite é fria... Até que chegue o dia...
As lojas já estão fechando... Na praça muita gente...
Um aroma delicioso de chocolate quase me arrasta pra lanchonete
Está tarde... Tenho pressa...
Algumas ruas vazias outras nem tanto,
Meninos andavam de bicicleta...
Um psiu e um chamado de “Linda!” “Casa comigo”
Reconheço a voz... Menino sapeca, um amigo
Brinca dizer não gostar daquele “cara”
Finge chateação por eu não ter lhe pedido permissão
Ri com a brincadeira... E lhe respondi obrigada por sua amizade
“Leva um abraço pra aquele “cara”.
E diz pra ele aparecer por aqui, todo mundo está com saudades”
Ouvi e disse que sim...
Mas tenho pressa...
(Continua)
Já é quase noite... Terminal rodoviário...
Um esbarrão num senhor... “mil desculpas!” é um pedido
O ônibus lotado de novo
A turma da escola... O pessoal de uma fabrica
O pastor de uma igrejinha
O motorista para em todos os pontos de ônibus
Umas beatas reclamam
O cobrador pede calma...
O pai de família casado adormece...
Alguém fez sinal pra sair na próxima parada
Pouco a pouco a condução vai ficando vazio...
Agora tem lugar onde posso sentar...
Chega minha parada...
Desejo um bom termino de viagem ao motorista... “obrigada mocinha”
ele responde...
(Continua)
Tenho tempo...
Celular toca... Tem aula daqui a pouco... Pedido de ultima hora
Dá tempo... Corro... Vai dar tempo... Chego... É agora...
Boa tarde à senhora de nariz empinado...
Começa aula termina aula... Já vou
À tarde ta no meio...
Vou indo, vou agora...
“O presente!”... minha mente pareceu gritar
Da tempo vou lá comprar
Ih! a loja está lotada, mas vou lá
Escolho o melhor...
Um cartão... em casa escrevo...
Uma caixa perfeita...
Pronto...
O cd que queria exposto na vitrine da loja...
Compro... e sei que ele vai gostar...
(Continua)